Porém, o novo corregedor comandava o policiamento na Grande São Paulo desde 14 de abril de 2009. Nessa área, entre maio do ano passado a março desse ano os casos de "resistência seguida de morte" tiveram um acréscimo de 71,6% em relação ao ano anterior. Ver reportagem abaixo.
O que as Mães de Maio querem é que haja um compromisso sério por parte da secretária de Segurança Pública do Estado de São Paulo nas investigações das mortes causadas pelos grupos de extermínio e que além das mortes ocorridas na triste semana de abril deste ano na Baixada, todas as ações dos encapuzados no Estado sejam esclarecidas, incluindo Maio de 2006.
Notícia de A tribuna em 25-05-2010:

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